O Vínculo
- Neiva Klug
- há 3 dias
- 2 min de leitura
O Amor do Espírito na Hellinger Sciencia!
🌟🌟 A consciência nos vincula ao grupo que é importante para nossa sobrevivência, seja quais forem as condições que ele nos imponha.
Ela não está acima desde grupo, nem acima de sua fé ou superstição.
Está a serviço dele.

🌟🌟Assim como uma árvore não determina onde cresce e se desenvolve de forma diferente, em campo aberto ou no bosque, no vale protegido ou na montanha exposta, assim também uma criança se submete ao grupo de origem sem questionar e adere a ele com uma força e uma persistência só comparáveis a um caráter. A criança experimenta esse vínculo como amor e felicidade, quer ela possa florescer, quer tenha de murchar no grupo.

🌟🌟A consciência reage a tudo que promove ou ameace o vínculo na família. Assim, temos boa consciência quando agimos de uma tal forma que podemos continuar pertencendo ao grupo. E temos má consciência quando nos desviamos das condições impostas pelo grupo de tal forma que receamos ter perdido, em parte ou no todo, o direito de pertencer a ele. Contudo ambos os lados da consciência servem a um propósito único. Como o açúcar e o chicote num adestramento eles nos puxam ou nos impelem na mesma direção para assegurar nosso vínculo às raízes e ao tronco familiar.
Assim, o padrão da consciência é aquele que vigora no grupo a que pertencemos. Por essa razão, pessoas originárias de diferentes grupos têm também diferentes consciências e quem faz parte de vários grupos tem para cada um deles uma consciência distinta.
A consciência nos mantém no grupo como um cão mantém as ovelhas no rebanho. Quando mudamos de ambiente ela muda de cor, como um camaleão, para proteger-nos. Assim temos uma consciência junto a mãe e outra junto ao pai, uma na família e outra na profissão, uma na igreja e outra na mesa da grande família. Porém, a consciência sempre se refere ao vínculo e ao amor ao vínculo, ao medo da separação e da perda.

🌟🌟E o que fazemos quando um vínculo se contrapõe a outro?
Procuramos, da melhor forma possível o equilíbrio e a ordem. Ilustro isso com um exemplo:
A consideração
Um homem e uma mulher perguntaram a um professor como deveriam proceder com relação a filha.
A mãe frequentemente tinha de impor limites a ela, e nisso não se sentia suficientemente apoiada pelo marido.
O professor lhes expôs em três frases as regras de uma educação de sucesso:
1. Na educação dos filhos, o pai e a mãe consideram certo, de diferentes maneiras, o que em suas respectivas famílias era importante ou faltou.
2. A criança segue e reconhece como certo o que para ambos os pais, nas respectivas famílias, era importante ou faltava.
3. Quando um dos pais se impõe sobre o outro na educação, a criança secretamente tomará o partido do genitor em desvantagem.
Depois, o professor sugeriu aos pais que se permitissem perceber onde e como sua filha os amava. Então, se entreolharam e um sorriso passou pelo rosto de ambos.
Finalmente, o professor aconselhou ao pai que de vez em quando, desse a perceber a filha como fica contente quando ela fica bem com a mãe!




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